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Gordura visceral: o risco invisível para infarto e diabetes

  • Foto do escritor: Dr. Lucas Vital
    Dr. Lucas Vital
  • 27 de fev.
  • 1 min de leitura

Nem toda gordura corporal representa o mesmo risco. A gordura subcutânea é aquela que fica logo abaixo da pele, enquanto a gordura visceral se acumula em volta dos órgãos internos, especialmente na região abdominal — e é considerada uma das mais perigosas para a saúde.

O grande problema da gordura visceral é que ela não é apenas “reserva de energia”: ela funciona como um tecido metabolicamente ativo, capaz de aumentar inflamação no corpo e favorecer alterações como resistência insulínica, aumento do colesterol e elevação da pressão arterial.

Por isso, mesmo pessoas com peso aparentemente normal podem ter excesso de gordura visceral, principalmente quando apresentam barriga mais pronunciada. Esse tipo de gordura está diretamente associado ao maior risco de diabetes tipo 2, infarto e AVC.

A redução da gordura visceral acontece principalmente com alimentação equilibrada, atividade física regular e melhora do sono. Controlar esse marcador é uma das estratégias mais eficazes para envelhecer com mais saúde e menor risco cardiovascular.

 
 

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